AVISO – Greve 15 de junho
GREVE NACIONAL DE EDUCADORES DE INFÂNCIA E PROFESSORES DO 1° CICLO DO
ENSINO BÁSICO, dia15 de junho, segunda-feira


A Escola Básica e Secundária José Falcão, de Mirandado Corvo, foi distinguida, pela Fundação Jorge Álvares, no âmbito do Concurso de Leitura VALE A PENA LER! – edição 2025/2026, dinamizado pela Biblioteca Escolar. O prémio, no valor de € 500,00, será destinado à aquisição de livros, ou ao desenvolvimento de projetos de promoção da leitura.
Esta distinção evidencia o empenho que o Agrupamento de Escolas tem vindo a desenvolver, através da implementação de práticas estruturantes e transversais de promoção da leitura, em todos os ciclos de ensino. A leitura é assumida como uma estratégia fundamental para o desenvolvimento e consolidação de competências linguísticas, cognitivas, sócio emocionais e culturais para firmar o sucesso educativo e bem-estar dos alunos.

O Projeto Ponte Intercultural (PPI) promoveu, hoje, dia 21 de maio, na escola B. e secundária José falcão diversas atividades inseridas nas comemorações do Dia Mundial da Diversidade Cultural, envolvendo toda a comunidade educativa num ambiente de partilha, inclusão e valorização da diversidade cultural.
Ao longo da Semana Intercultural, os alunos puderam participar e assistir a várias iniciativas, entre as quais uma exposição de trajes do mundo, danças africanas, um momento musical protagonizado por alunos de Cabo Verde e um workshop de tranças africanas.
Com estas ações, o PPI contribuiu para a inclusão dos alunos de diferentes nacionalidades, promovendo os valores do respeito, da tolerância e da efetiva interculturalidade, através da partilha de músicas, danças e tradições de diferentes culturas.
A iniciativa contou ainda com a presença das confrarias e do grupo de gaiteiros “Fura Peles”, que enriqueceram este momento de celebração cultural e convívio entre todos.
A Semana Intercultural teve como parceiro a CMMC, cuja colaboração foi fundamental para o sucesso desta iniciativa.
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Em abril, assinalamos o mês da prevenção dos maus tratos na infância. O desafio que fizemos, em outubro, foi a elaboração, em tricot ou crochet, de um quadrado de 20 cm, em lã/linha azul. O objetivo foi, em primeiro lugar, envolver as famílias, solicitando aos pais e avós a sua colaboração – uma família – um quadrado azul, promovendo, assim, um desafio intergeracional.
Os quadradinhos foram elaborados pelas famílias, docentes e não docentes de todas as escolas e jardins-de-infância do nosso agrupamento e atingiram quase 600 unidades. Foram utilizados cerca de 30 kg de lã ou linha, atingindo cerca de 44 metros. À medida que os quadradinhos foram chegando, o processo de confecção prolongou-se por vários meses e alguns lares de idosos também colaboraram a coser os quadrados, criando, assim, elos de ligação entre todas as idades.
Muito mais do que um laço, este desafio representa o envolvimento de toda uma comunidade, numa reflexão conjunta, acerca da prevenção dos maus tratos na infância.
O laço foi pendurado, com a colaboração dos Bombeiros Municipais de Miranda do Corvo, na fachada principal da Escola sede do agrupamento, sendo bem visível, devido às suas dimensões.
A história do Laço Azul (Blue Ribbon) começou em 1989, nos EUA, quando Bonnie Finney, uma avó, amarrou uma fita azul na antena do carro, em homenagem aos netos vítimas de maus-tratos, simbolizando as nódoas negras e o alerta para a proteção infantil.
Muito obrigada por todo o envolvimento e participação de todos e de cada um.
Este foi um projeto proposto no âmbito do PAPES, GAAF e CPCJ, todos em articulação.
Um agradecimento especial aos Professores Manuel Cunha e Pedro Antunes e também à D. Teresa Caetano pelo notável apoio.
Fernanda Oliveira – PAPES
Fernanda Fernandes – GAAF
Paula Ferreira – CPCJ
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A nossa escola celebra o Dia Internacional da Matemática e o resultado não podia ser mais inspirador! Após o sucesso do nosso Peddy-Paper Matemático na passada sexta-feira, 13 de março, abrimos agora as portas à exposição dos trabalhos realizados pelos nossos alunos, sob o tema deste ano: “Matemática e Esperança”.
O que podem encontrar na nossa mostra?
* 🎨 2.º Ciclo: Marcadores de livros repletos de geometria, cores e simetria.
* ✍️ 3.º Ciclo: Quadras e frases motivadoras que mostram como os números podem transformar o mundo (e que em breve darão origem a um Rap com IA! 🎤).
* 📖 Ensino Secundário: Pequenos livros que exploram a Matemática nas profissões de futuro, unindo o sonho à precisão do cálculo e revelando como, em cada profissão, a Matemática é uma ferramenta para trazer mais esperança ao mundo.
Parabéns a todos os alunos pela participação e empenho!
Um toque de geometria (e de doçura!) 🍪
Os trabalhos estão expostos em estruturas únicas! Os nossos professores construíram expositores em madeira na forma de pirâmides quadrangulares, simbolizando a base sólida que a Matemática oferece ao conhecimento.
E porque a Matemática também se celebra com convívio, hoje, quarta-feira, a sala de professores ganhou um sabor especial: celebrámos com um lanche temático, onde não faltaram as deliciosas bolachinhas em forma de pi!
Convidamos toda a comunidade escolar a visitar esta exposição e a descobrir como a lógica e a criatividade se cruzam para construir um futuro com mais esperança.
📍 Local: Átrio em frente à secretaria da Escola José Falcão





De 9 a 13 de março, duas docentes participaram numa experiência internacional dedicada a práticas inclusivas
Entre os dias 9 e 13 de março, as professoras de Educação Especial, Lília Santos e Maria de Fátima Barreleiro participaram num programa de job shadowing em Barcelona dedicado à promoção da inclusão educativa. Esta iniciativa realizou-se no âmbito de um Projeto Erasmus+ KA122 de formação de professores. Durante cinco dias, tiveram a oportunidade de observar práticas pedagógicas inovadoras, acompanhar equipas multidisciplinares e conhecer estratégias que colocam cada aluno no centro da aprendizagem.
A experiência decorreu na Escola Joaquim Ruyra, uma instituição de referência na área da inclusão, onde as docentes puderam acompanhar o trabalho diário de professores, técnicos especializados e mediadores educativos. Ao longo da semana, participaram em reuniões, observaram aulas, analisaram materiais adaptados e trocaram experiências com profissionais de diferentes contextos culturais.
Segundo as participantes, esta mobilidade permitiu reforçar a importância de ambientes escolares acolhedores, flexíveis e capazes de responder à diversidade de todos os alunos. Trouxeram consigo novas ideias, metodologias e recursos que serão agora partilhados com a comunidade educativa, contribuindo para o contínuo desenvolvimento de práticas inclusivas na nossa escola.
Esta iniciativa insere-se no compromisso da escola com a internacionalização, a formação contínua e a construção de uma educação mais equitativa, aberta e colaborativa.


